
Mesmo quem não viveu sua infância na década de 60 deve se lembrar do desenho animado dos Jetsons, aquela família engraçada que vivia em algum tempo avançado no futuro e que nos divertia com uma série de interações com robôs e máquinas que faziam de tudo para facilitar a vida dos protagonistas.
Bem alguma modernidade anunciada naquele desenho já pode ser verificada nos dias de hoje, em especial a comunicação de máquina para máquina. Normalmente quando utilizamos nossos aparelhos celulares estamos com a intenção de falar com alguma pessoa, em que pese o fato de várias vezes sermos atendidos pela secretária eletrônica, mas quando usamos o celular para localização e rastreamento de nossos veículos, por exemplo, temos uma operação de comunicação máquina para máquina, também temos o mesmo tipo de utilização em coleiras caninas, utilizadas para que não percamos nossos cães de vista. Já se encontra em utilização no Estado de São Paulo uma tornozeleira com localizador para presidiários. Em todos esses dispositivos conseguimos demonstrar com razoável precisão a localização de seu usuário através de um software na internet.
Esses dispositivos de localização também são muito utilizados em caminhões, para que se possa fazer o rastreamento do veículo e mesmo que se tenha a possibilidade de enviar alguns telecomandos como bloquear o motor, trancar a porta do compartimento de carga ou acionar o alarme, caso o mesmo venha a ser assaltado. Também se utiliza de equipamentos semelhantes que possam ser incluídos nas cargas a serem transportadas, para que seja possível localizar o destino da carga em caso de roubo.
Em todos esses exemplos, temos um dispositivo falando com outro, com o objetivo de prestar um serviço de localização ou telecomandos por meio de um centro de operações remotamente localizado. Estamos apenas começando nesse mundo de possibilidades de automação que a utilização desses dispositivos permite, imaginem nossa geladeira se comunicando com o mercado mais próximo de casa, informando o que está faltando em seu interior, ou então o carrinho do supermercado informando para a caixa registradora o montante de dinheiro necessário para pagar tudo que estiver em seu interior, sem a necessidade de se digitar item a item. É uma infinidade de usos que estamos apenas começando a vivenciar. Ainda aguardo o momento de poder ter uma ajudante em casa, à semelhança da Rose, a empregada robô dos Jetsons.
Bem alguma modernidade anunciada naquele desenho já pode ser verificada nos dias de hoje, em especial a comunicação de máquina para máquina. Normalmente quando utilizamos nossos aparelhos celulares estamos com a intenção de falar com alguma pessoa, em que pese o fato de várias vezes sermos atendidos pela secretária eletrônica, mas quando usamos o celular para localização e rastreamento de nossos veículos, por exemplo, temos uma operação de comunicação máquina para máquina, também temos o mesmo tipo de utilização em coleiras caninas, utilizadas para que não percamos nossos cães de vista. Já se encontra em utilização no Estado de São Paulo uma tornozeleira com localizador para presidiários. Em todos esses dispositivos conseguimos demonstrar com razoável precisão a localização de seu usuário através de um software na internet.
Esses dispositivos de localização também são muito utilizados em caminhões, para que se possa fazer o rastreamento do veículo e mesmo que se tenha a possibilidade de enviar alguns telecomandos como bloquear o motor, trancar a porta do compartimento de carga ou acionar o alarme, caso o mesmo venha a ser assaltado. Também se utiliza de equipamentos semelhantes que possam ser incluídos nas cargas a serem transportadas, para que seja possível localizar o destino da carga em caso de roubo.
Em todos esses exemplos, temos um dispositivo falando com outro, com o objetivo de prestar um serviço de localização ou telecomandos por meio de um centro de operações remotamente localizado. Estamos apenas começando nesse mundo de possibilidades de automação que a utilização desses dispositivos permite, imaginem nossa geladeira se comunicando com o mercado mais próximo de casa, informando o que está faltando em seu interior, ou então o carrinho do supermercado informando para a caixa registradora o montante de dinheiro necessário para pagar tudo que estiver em seu interior, sem a necessidade de se digitar item a item. É uma infinidade de usos que estamos apenas começando a vivenciar. Ainda aguardo o momento de poder ter uma ajudante em casa, à semelhança da Rose, a empregada robô dos Jetsons.


















