Aqui encontrarão um pouco dos temas que tenho estudado sobre evolução e uso das tecnologias em nosso dia a dia, bem como alguns temas que acabam afetando nosso meio ambiente e que guardam alguma relação com a tecnologia. Divirtam-se e sempre que possível deixem suas opiniões :-)
sábado, agosto 04, 2012
Não basta ser bom
sábado, junho 23, 2012
Uma imagem vale por mil palavras
sábado, maio 12, 2012
Net Movies
sábado, março 24, 2012
Tão evoluídos e tão atrasados

Estou no aeroporto de Congonhas, aguardando uma brecha no mau tempo de Uberlândia, que me permita o embarque para esta cidade. Se o tempo não melhorar iremos para Ribeirão Preto e de lá seguiremos de ônibus, que belo programa hein?
Este primeiro parágrafo já iniciou um post mais antigo deste Blog, e serve para ilustrar que, apesar de todos os desenvolvimentos tecnológicos a que temos acesso diariamente, ainda continuamos, como diria nosso amigo Belchior, como nossos pais quando a questão é tecnologia de aeroportos :-(
Fico imaginando se, na Inglaterra, dependêssemos da mesma tecnologia que temos no Brasil, haveria a metade dos vôos, face a incidência de neblina que temos por aquelas bandas. E o mais cruel, é que pagamos uma das tarifas mais caras de passagens aéreas do mundo, mas em compensação, o serviço que recebemos...
Ontem, olhava angustiado por mais de 20 minutos, várias malas passarem na esteira do aeroporto internacional Franco Montoro (apelido do aeroporto Internacional de Guarulhos), que não a minha, e de quebra ouvia uma senhora reclamar que sua mala sempre desaparecia e pensava cá com meus botões: Ao invés de pagarmos em torno de R$ 100,00 por um seguro bagagem, poderíamos pagar R$ 5,00 por um chip que fosse fixado na mala, e que tivesse nossa identificação (endereço, número de passaporte, etc, etc) e que permitisse o encaminhamento automático da mala, que impediria que algum desavisado ou amigo do alheio saísse com minha mala do aeroporto, por engano ou “olho grande”, sem falar do problema mais frequente que é a mala adquirir vontade própria, indo sozinha para um destino que não é o seu, ninguém sabe como.
Pode ser que não adotemos estas tecnologias mais modernas, mais baratas e mais eficientes de controle de bagagens para garantir o empregos de milhares de funcionários nos aeroportos e companhias aéreas, isso seria compreensível até, mas se fosse assim, porque não nos atenderiam de forma mais cortês? Ah, com você não é assim? Eles sempre são corteses? Desculpe então minha falta de sorte, minhas experiências é que não tem sido tão boas.
Meu celular fala com todo mundo e com todas as coisas. Meu tablet, se esqueço de desligar, quando vejo está cheio de novas informações recebidas via feed, meu carro fala com o controle de pedágio, qualquer aparelho de barbear que se preza, fala com as saídas magnéticas dos supermercados, para evitar que pessoas esqueçam de pagá-los ao irem embora, assim também baterias, alguns cosméticos e qualquer outro produto que possa custar mais que algumas dezenas de reais. Então porque somente minha bagagem não pode ter a mesma sorte, de ser protegida por um chip?
Se não consigo nem garantir que receberei um mala cheia de roupa sujas, depois de uma semana de viagem, querer que o aeroporto de minha cidade esteja preparado para uma simples neblina pode parecer demais não?
Em tempo, enquanto espero meu vôo ser autorizado, ouço que também os aeroportos de Belo Horizonte e Curitiba encontram-se fechados em função das condições meteorológicas, para que não pensem que somente nossa cidade é premiada com estas condições.
sábado, março 17, 2012
Fios, tomadas e padrões

domingo, março 11, 2012
Quando o COMO é mais importante do que o QUÊ

Estou lendo o livro “Como” de Dov Seidman, que apesar do prefácio ter sido escrito por Bill Clinton, que não é exatamente um ícone de integridade, mostra de uma forma inequívoca que estamos vivendo um momento em que o formato tem sido encarado de forma tão ou mais importante do que o próprio conteúdo, e que valores como a integridade, honestidade e respeito ao próximo, apesar de sempre terem sido importantes, em tempos de sociedade conectada (MundoConectado) assumem importância ímpar.
Assim a lanchonete que confia nos seus clientes a responsabilidade de pagarem e pegarem diretamente no caixa o troco que lhes cabe, ganha competitividade e preferência de seus clientes (será que alguém comerá 150 coxinhas apenas porque é possível não pagar por elas?).
A cantora Rhaissa Bittar e o escritor Paulo Coelho (para citar apenas dois exemplos desta nova época) ganham a simpatia de seu público ao disponibilizarem todo o seu conteúdo gratuitamente na internet.
O Palestrante e escritor Luciano Pires, distribui seu conteúdo através de programas de rádio e podcasts, gratuitamente. Em sua home page existe a opção para que os ouvintes deixem a contribuição que julgarem adequada, pelo conteúdo que recebem.
O Paulo Lima disponibiliza o conteúdo de suas revistas (a Trip e a TPM) gratuitamente na loja Apple, no iTunes e em downloads a partir de seu próprio site. São mais de 25 anos de entrevistas com os personagens mais inusitados e impactantes de nossa sociedade.
A mentira nunca teve pernas tão curtas... O curso não feito e relatado no CV é descoberto em segundos. O produto que propala qualidades inexistentes é desmascarado assim que colocado no mercado, por meio de redes sociais. O trailer do filme que é melhor que o próprio filme é exposto de tal forma na internet, que todos são avisados do embuste, e assim podemos escrever folhas e folhas de exemplos de que os nossos valores sempre existiram, mas que graças ao tanto que nossas sociedades estão conectadas, essas informações correm o mundo em questão de segundos, ou de “clickes”, obrigando empresas a se retratarem, administradores a se demitirem após seus balanços mostrarem-se não tão sólidos quanto suas apresentações pressupunham.
E com tudo isso acontecendo ao mesmo tempo, ainda tenho que tolerar uma cantina que insiste em conviver com filas para sermos atendidos, sendo que tudo o que precisamos, que não custa mais que um par de reais, está ali, logo ao alcance de nossas mãos, e que poderíamos simplesmente pegar o que queremos e deixar o pagamento correto na caixa, melhorando a performance do lugar, deixando o proprietário com um lucro maior, os clientes mais satisfeitos (pela confiança e pelo tempo economizado), mas não, ao invés disso vejo filas, funcionários mal humorados pela dupla responsabilidade (servir e cobrar). Meu amigo Dov, seria bom que viesse dar por essas bandas para nos ensinar um pouco sobre o Porque o COMO fazer algo significa tudo...nos negócios e na Vida.
sábado, fevereiro 25, 2012
Internet na TV

Fomos felizes com esses usos básicos, até que assinamos o NetFlix. Deste momento em diante, tornamo-nos heavy users, e a idade de meu velho desktop se fez presente...
Ainda tentamos a conexão via Xbox e Wii, mas apesar de funcionar, não era tão confortável como ter um teclado e um mouse para selecionar o que queríamos. Quando decidimos trocar o equipamento, fiz as contas e conclui que era mais barato comprar uma Smart TV, do que investir em um novo DeskTop, desta vez preparado para o uso que queríamos fazer do mesmo.
Decisão tomada, fui à caça, comprei uma smart TV e a conectei na internet (desta vez, lugar de banda larga é na sala, e de lá, via Wi Fi, conecta-se o resto das traquitanas: iPhone, tablets, androids, laptops e o escambau), click no Smart Hub, e pimba na gorduchinha, lá está o bom e velho NetFlix, mais amigável, com todas as funcionalidades no controle da TV e que por estar conectada no Home Theater fica com uma boa qualidade de som.
Conecto nosso HD externo na TV, e tenho acesso a todas as fotos, filmes e músicas que nossa família colecionou nos últimos 22 anos. :-)
Youtube com leanback, entre um filme e outro uma zapeada básica no Facebook, nossas séries prediletas (Dexter e Criminal Minds).
E o que é melhor, somando-se os custo desses equipamentos e dividindo por doze, ainda sairá mais barato que uma mensalidade da Sky, ótimo para nós, que teremos mais um competidor na briga pela nossa audiência. Bons tempos esses não?!?
quarta-feira, fevereiro 22, 2012
Tablets II - A revanche

No início deste mês, vi uma reportagem em que o MEC declarava que mais de 60.000 escolas públicas do ensino médio, disponibilizariam a seus cerca de 600.000 docentes, dispositivos tablets para acesso a internet e conteúdos especialmente desenvolvidos com fins educacionais, pois sabiamente, acreditam que os alunos da rede pública somente serão incluídos digitalmente se os seus professores também o forem.
Celebro a decisão do Ministério da Educação, que desta vez, colocará a rede pública de ensino à frente de uma série de escolas privadas. É melhor as escolas refratárias à algumas modernidades, começarem a refletir sobre seu papel na educação de nossos filhos (já digo educação ao invés de formação, pois esta cabe mesmo é aos pais, enquanto aquela, mal e mal vem sendo perseguida pelas escolas), caso contrário veremos em breve escolas voltarem novamente a utilizar quadro negro.
Não vou cair em tentação de fazer o que estou criticando, ou seja o problema não é o quadro negro, mas sim o fato de que enquanto os professores o usam, inevitavelmente estarão de costas para os alunos e de frente para o quadro, o que convenhamos, não é uma postura adequada para uma profissão (professor) que tem por expectativa melhorar nossa sociedade através da aplicação de bons costumes, já que a melhor maneira de educar, é o bom e velho exemplo, e é no mínimo complicado, passar bons exemplos de costas para a sala de aulas...
segunda-feira, janeiro 30, 2012
Nadando contra a corrente

Um pouco mais de um ano após, assistimos a retirada do ar do site Megaupload, que especializou-se em permitir Up e Download de conteúdos diversos (músicas, filmes e programas). Seu proprietário, Kim Schmitz foi preso, junto com outros três executivos da empresa.
Bem, não defendo que devemos permitir violações de direitos autorais, e muito menos incentivar a publicação de documentos classificados como confidenciais. Por outro lado, fica claro que existe uma demanda enorme, não atendida pela indústria atual de conteúdo, para que a aquisição de músicas e filmes dê-se de forma mais facilitada e global. Podemos citar como exemplos bem sucedidos de distribuição de conteúdo o iTunes e o NetFlix, sou usuário de ambos e acho-os ótimos.
Se por um lado a indústria se apresenta claramente contra toda e qualquer atividade semelhante ao MegaUpload e aos tradicionais programas P2P (peer to peer), por outro, não vejo um movimento na mesma intensidade no sentido de facilitar a distribuição de conteúdo, vejam que o iTunes somente recentemente abriu seu conteúdo para nós brasileiros, e o NetFlix, apesar de ser uma ferramenta barata e eficiente para distribuição de conteúdo, somente oferece filmes antigos (medo da concorrência?) e as iniciativas não vão muito mais longe do que isto.
É claro que estamos engatinhando ainda neste mercado, e que veremos ainda muita água rolar debaixo desta ponte, mas preocupa-me o fato que se gaste mais tempo tentando evitar as iniciativas que já existem, do que para desenvolver novos canais para distribuição de conteúdo, baseados em ferramentas fáceis de serem usadas e de custo adequado ao que o mercado está disposto a pagar, e que seja suficiente para remunerar toda a cadeia da indústria (produtores, autores, intérpretes, publicitários, etc).
Enquanto não desenrolamos este novelo, para lá de embaraçado, continuaremos a ver iniciativas ineficientes com o intuito de barrar a distribuição gratuita de conteúdo. Em tempo, alguém já perguntou o que os autores e intérpretes pensam a respeito? Eu tenho vários exemplos de artistas que também estão insatisfeitos com o que recebem da vendagem de seus discos e que gostariam de que fossem popularizados, afinal a intenção de qualquer artista é de distribuir ao máximo sua obra, ou não?
quarta-feira, janeiro 18, 2012
A casca sempre está por dentro do recheio?
A escola de meu filho entende que conhecimento sozinho não é nada, e que conteúdo sem aplicação não tem nenhuma valia, portanto tem como ferramenta de ensino um tablet, e aproveita algumas facilidades que podem ser oferecidas pelo mesmo, como por exemplo a facilidade de transporte, mais leve que uma dezena de livros, facilidade de interação com o aluno, atualidade da ferramenta que estimula o seu uso pelo aluno, e o fato do aluno utilizar a mesma ferramenta para tudo, para pesquisar, para brincar, para estudar, para namorar, para se informar, para jogar e claro também para ouvir música e curtir seus vídeos favoritos.
Já a escola da minha filha, proíbe o uso de tablets, celulares, smartphones e ainda solicita uma redação em que o aluno é instado a escrever sobre os males da internet, como se essa ferramenta de comunicação sozinha, pudesse ser responsabilizada pelo universo de maldade e insensatez que grassa no mundo, onde mães ou madrastas arremessam filhos pela janela, onde assistimos programas na TV com altos índices de audiência, onde alguns personagens são acusados de estupro, que aliás é filmado e transmitido ao vivo (também com alta audiência), onde a música (eu disse música?) mais popular do momento é de um ser chamado Michel AtéLogo :-(
A nternet tem seus riscos sim, assim como o automóvel, ir a escola a pé, ou de bicicleta ou de ônibus. A TV também tem seus riscos, e para dizer a verdade, por várias vezes procuramos por algo que valha a pena ser assistido na telinha e desistimos, principalmente se for domingo a tarde.
E as revistas então? Já tentaram ir a banca de jornais e dar uma olhada geral nos títulos das revistas? Duvido que consigam achar mais que uma em dez revistas que valessem a pena ser lidas.
E aos que acham que restringindo o uso da tecnologia nas escolas estaremos fazendo algum bem às crianças, como acham que será o mundo delas na realidade? Fora das escolas? Alguém consegue trabalhar sem internet? Sem computador?
Defendo que se estimule ações positivas, usos corretos, que se trave a boa batalha, e não que a evitemos, até para que tenhamos crianças melhor preparadas do que nós fomos em nossas juventudes. Só assim poderemos aspirar a um mundo melhor no futuro. Com internet ou o que vier a lhe substituir brevemente.
sábado, outubro 29, 2011
A tecnologia e um grande amigo

Sempre me diverti, mesmo antes de entrar na engenharia, desenhando circuitos, soldando componentes e eventualmente estragando algumas geringonças que me chegavam às mãos, mas o Mau era do tipo que pesquisava, curtia seus projetos antecipadamente, investia tempo pensando na sua construção, na aquisição dos componentes, montagem e finalmente no uso dos mesmos, conforme podemos ver, no vídeo que ele postou no YouTube, após montar seu amplificador valvulado AX84.
quinta-feira, outubro 20, 2011
Pedra Station

Contando o caso para meu filho, como se fosse a coisa mais estranha do mundo, ele me disse que também alguns de seus amigos tinham receio de comprar pela internet, e caírem no golpe do “Pedra Station” pagando por um Play Station e recebendo posteriormente um tijolo ou uma pedra dentro de uma caixa. Rimos um bocado deste receio, e chegamos mesmo a falar que isto mais parecia lenda urbana, e que desde os idos tempos do lançamento do Vídeo Cassete comprado no Paraguai por US$ 500 que não via mais ninguém cair no velho golpe do “tijolo na caixa”.
Pois não é que nesta semana a Globo mostrou uma reportagem de um infeliz comprador que tendo pago por um LapTop em uma reconhecida loja virtual, recebeu em sua casa um TIJOLO, vejam só! Obviamente a loja já havia se comprometido a reparar o mal entendido, e alegava que provavelmente se tratava de um problema na entrega ou na logística, mas que assumia todo a responsabilidade e entregaria o LapTop pretendido.
Bem já tive mais problemas comprando em lojas reais do que em lojas virtuais, e mesmo nas transações C2C, via Mercado Livre, eBay ou portais específcos de compra, nunca tive nenhum problema nem no recebimento nem na negociação, e não pretendo deixar de utilizar este meio de compra, pela facilidade que representa, mas é sempre bom lembrarmos que até os dias de hoje, ainda existem aqueles que se dispõem a embrulhar cuidadosamente um tijolo ou uma lajota, para enviar no lugar do precioso bem adquirido e tão ansiosamente esperado.
E vocês, já tiveram algum problema pessoal ou de algum conhecido que tenha caído no golpe do “Pedra Station”?
sábado, outubro 01, 2011
Risco para nossos ouvidos

Alguns carros passam com seus aparelhos de som ligados em um volume tão alto, que não só invadem todos escritórios e casas do quarteirão, como ainda vão disparando todos os alarmes dos carros que ficam estacionados nas redondezas, ou seja, além de termos de aturar o volume insuportável destes carros, ainda temos que continuar ouvindo dezenas de alarmes disparados após o som desaparecer, como diria minha filha: Ninguém merece!
Vejam que este problema já é considerado falta grave no trânsito, causando multa e cinco pontos na carteira dos motoristas que ou são surdos, ou vão ficar em função da potência dos aparelhos de som de seus carros.
Nem preciso ressaltar a perfeição que é o ouvido humano, que com quase nenhuma energia, é capaz de perceber as menores variações dentro do espectro de freqüências que conseguimos interpretar, mesmo que com potências baixíssimas. A pele que compõe nossos tímpanos é extremamente sensível, capaz de ser captar os menores sinais de variação na pressão, interpretando-os como sons audíveis. No mundo de hoje, não é possível mais alegarmos que não sabíamos de alguma coisa, pois a informação transborda de todas as fontes possíveis, Mesmo que não se saiba exatamente qual a potência exata do som de seus carros, e nem que se lembre que o limite para não termos problemas auditivos é de 50 dBs, ainda assim não consigo acreditar que os incautos motoristas não saibam que o que fazem, além de torturar nossos ouvidos, ainda têm o enorme potencial de fazê-los ficar surdo.
Mas então porque têm esta atitude? Seria por masoquismo? Ou sadismo, por gostarem de nos fazer sofrer? Acho que nunca saberei ao certo. E você? Tem alguma opinião a este respeito?
domingo, julho 24, 2011
Justiça seja feita

Nunca me dei ao trabalho de fazer a configuração de meus aparelhos Nokia para que reconhecessem meus podcasts favoritos e rádios online que normalmente ouço. Já estava conformado com a tirania do iTunes, que semana-sim, semana-não, perdia minhas configurações e assinaturas, origando-me a reconfigurar todas minhas preferências e assinaturas novamente.
Aproveitando meus dias de férias, comecei a brincar com meu X5, e vi que existia esta opção no menu, que permitia assinaturas de rádios online, bem como a configuração para recebimento automático de meus podcasts favoritos. Investi alguns minutos, e pronto, já tinha meu X5 pronto para reproduzir meus gêneros de música preferidos, bem como apto a receber os episódios dos programas que sigo via podcasting, simples assim!
Apesar da interface Symbian não permitir uma navegação tão confortável quanto meu iTouch, por outro lado ganho na integração de funções, pois com meu X5 conectado ao rádio de meu carro, aproveito para ir ouvindo meus programas e interrompo a qualquer momento para fazer ou receber ligações via viva-voz. Também aproveito para curtir as músicas que mais combinam com os momentos em que meu celular me acompanha (estações NewAge para estudar ou trabalhar, Clássica para leitura, R&B ou Rap para pedalar e MPB para os momentos ao lado de minha churrasqueira, sem falar dos podcasts para caminhadas ou viagens de carro e moto. Uso e abuso das interfaces HSDPA, P2 e WiFi de meu X5.
Deixo como dica alguns endereços dos podcasts que assino, bom proveito!
Café Brasil, com o instigante Luciano Pires
Artigos de negócio da McKinsey (Quarterly reports)
Lições de Inglês com EASL – English as a Second Language
Entrevistas e música com o Paulo Lima na Trip FM
Comentaristas (Ethevaldo, Dimenstein, Jabur, Gheringer) e música de qualidade no Cesta de Música
Entrevistas sobre empreendedorismo no Empreendecast
PS: Deixe suas sugestões de podcasts ou rádio online, pois apesar de termos material de qualidade na internet, nem sempre é fácil de achar.... : - (
domingo, julho 03, 2011
Era uma vez uma empresa líder no mercado de aparelhos celulares

O que mais admiro nesta empresa é sua visão estratégica e disciplina tática que lhe permite executar rigidamente o que foi desenhado do ponto de vista da estratégia. A Nokia evoluiu sua linha de produtos, já tendo tido em sua fabricação borracha, cabos para telecomunicações, fibras ópticas e até equipamentos para redes de telecomunicações (telefonia fixa, celular e banda larga ADSL).
Se desfez destas operações e focou sua atuação no mercado de handsets. Já foi ícone mundial de design, tendo sido a primeira empresa de telecomunicações a investir em designers italianos para garantir modelos alinhados às tendências mundiais de design.
Após a entrada da Apple no seu mercado, viu-se obrigada a mais uma vez realinhar seu portfólio de produtos e iniciou um doloroso e demorado reposicionamento, primeiro como empresa de música – isto mesmo, música, e depois, já com uma visão mais alinhadas às tendências mundiais, como uma empresa de conteúdo. Dentro desta estratégia ela vem colecionando várias aquisições de empresas especializadas em conteúdo celular, sendo talvez a mais importante aquisição feita a da Navteq, empresa norte americana líder em mapas geo-referenciados, pela qual pagou a soma de 8,1 Bi US$ em 2007.
A Nokia talvez tenha sido a última fabricante de handsets a manter a aposta no sistema operacional Symbiam (me considero fã deste sistema operacional, principalmente nos áureos tempos em que ele recebia atualizações constantes, a exemplo de qualquer outro sistema operacional), mas no ano passado selou parceria mundial com a Microsoft e começou a fornecer seus aparelhos também com o Windows Mobile.
A Nokia que já teve mais de 50% das vendas mundiais de handsets, no momento detém algo em torno de 33%. Mantendo ainda a posição de líder mundial, mas ameaçada pela Sansung, que estando com 20% vem crescendo sua participação em uma taxa 5 vezes mais rápida do que a Nokia.
Sua próxima aposta será o mercado de tablets, prometendo lançar seu equipamento ainda para o Natal de 2011. Neste mercado, ela já será seguidora da estratégia da Sansung...
domingo, junho 05, 2011
Falta de tecnologia é que não é...

Costumo falar em tecnologia neste espaço, e para falar a verdade, nas áreas de aviação, transportes, logística e tráfego aéreo, temos uma tecnologia disponível capaz utilizar as informações disponíveis, como por exemplo quantidade de passageiros em cada vôo, calcular a quantidade de pessoas que estarão desembarcando a cada hora nos principais aeroportos do mundo, destinar os aviões automaticamente para onde possam ter mais fingers disponíveis e é possível até calcular antecipadamente quanto vai ser o faturamento das lojas do aeroporto, em função da quantidade de pessoas que desembarcarão em determinados períodos.
Temos aeroportos interligados à malha viária através de trens, de metrô, de esteiras inteligentes, isso sem falar nas inúmeras facilidades que os aeroportos internacionais possuem, dentre eles cobertura WiFi, lojas, hotéis, lounges VIP, restaurantes, vi até lugares especiais para rezar.
Agora comparar esta realidade que encontramos ao redor do mundo com o que temos aqui em nossos aeroportos é no mínimo frustrante. No último trecho de meu vôo, quando embarcaríamos para Uberlândia, o vôo atrasou algo em torno de uma hora e meia. Nada mal para um aeroporto que no mesmo momento tinha vôos com atrasos de mais de dez horas. Mas o problema é a falta de infra-estrutura. Não falo aqui de tecnologia de ponta, ou avançada, falo de banheiros, cadeiras e condicionamento de ar com capacidade para atender aos pobres passageiros, que se atrevem ainda a enfrentarem os aeroportos tupiniquins, e até aceitam pagar muito mais caro pelos vôos nacionais do que em situações semelhantes em países europeus ou E.U.A.
Se em um simples final de semana, domingo a noite, sem chuvas ou feriados os nossos aeroportos já se tornam um inferno, imaginem quando estivermos sediando jogos da copa do mundo. Espero que o futuro mostre que eu estava errado...
domingo, abril 24, 2011
Estamos mesmo preparando nossas crianças?

Na escola de minhas sobrinhas, mais tradicional e purista, os limites não são diferentes, havendo mesmo professores que se refiram ao dito aparelho como “isto” acompanhado de muxoxô de pouco caso, tamanho é o desrespeito devotado ao aparelho celular naquela instituição.
Também acredito que seja um desrespeito, celulares tocarem e, principalmente serem atendidos durante almoços, em reuniões, nos cinemas, teatros e shows, mas será que conseguiremos educar nossas crianças a serem mais responsáveis e utilizarem melhor estas tecnologias proibindo-as de utiliarem seus aparelhos? Sem falar da pouca serventia destas políticas aplicadas nas escolas, caso as crianças vejam seus pais atendendo celulares no meio de uma sessão de cinema ao lado delas. Seria um disparate.
Acho que devemos repensar alguns conceitos e práticas, pois se por um lado caminhamos para termos conteúdos mais diversos e com experiências cada vez mais interativas através de mídias digitais (e algumas destas mídias pouco ou nada diferem de aparelhos celulares mais desenvolvidos) por outro precisamos de professores melhor preparados para desenvolverem melhor nossas crianças e torná-las mais preparadas para um mundo onde cada vez se exige mais da interação entre as pessoas e da capacidade de utilizarmos as ferramentas mais avançadas (manuais, sociais e/ou eletrônicas) e, francamente, nenhuma destas tendências combina com proibirmos crianças de andarem com aparelhos celulares. Muito pelo contrário, deveríamos estimulá-las a desenvolverem hábitos sadios e utilizarem normalmente todas as facilidades que tivessem ao seu alcance. Ou seria pedir muito?
domingo, abril 17, 2011
Cardápio digital, garçom digital, comida digital?
quarta-feira, abril 13, 2011
Vou investir em tinta...
terça-feira, abril 05, 2011
Tudo está nas nuvens...


