
Temos ouvido com certa freqüência e insistência a intenção de retorno da Telebrás.
Independentemente do apelo nacionalista barato, um dos argumentos apresentados é que a volta da Telebrás seria utilizada para o aumento da penetração da banda larga para a população como um todo, por meio de ofertas subsidiadas ou mesmo efeito regulador sobre as atuais operadoras de telecomunicações que operam no país.
A Coréia do Sul possui a maior penetração em banda larga do mundo, e esse fato é um dos alicerces de um sistema educacional que foi o responsável pela mudança cultural, política e social ocorrida neste país, que o transformou totalmente e fez com que alçasse vôo e ocupasse lugar entre as nações desenvolvidas e com economia vigorosa e estabilizada.
A penetração da banda larga na Coréia tem servido de inspiração aos defensores da volta da Telebrás, como sendo uma necessidade para o Brasil, através do aumento do acesso ao mundo da internet e das informações, também conseguir um desenvolvimento maior e mais rápido do que o apresentado nas últimas décadas.
Relacionar o aumento do desenvolvimento de um país ao acréscimo de lares com acesso a internet Banda Larga tudo bem. Utilizar a Coréia do Sul como modelo, tudo bem também, até porque o modelo educacional utilizado por este país foi totalmente embasado no modelo desenvolvido por um educador brasileiro, Paulo Freire, que não atraiu muita simpatia para suas teorias educacionais aqui no Brasil, por conta de suas idealizações políticas, mas que teve seu trabalho reconhecido pela Coréia do Sul, que em visita ao Brasil, deslumbrou-se pela sua teoria. O problema está, na minha opinião, em termos que conviver com a volta da Telebrás para garantir esse processo, isso já é demais!
Afora o risco de virar mais um pesado órgão governamental a ser sustentado por um já combalido orçamento, pergunto-me se não seria mais interessante ficarmos com as entidades que já temos nesse cenário, e criar condições sadias para que as necessidades nacionais fossem atendidas pela infra-estrutura existente no país, sem a necessidade de criação de outras empresas e órgãos governamentais.
Que tal reduzirmos a incidência tributária sobre a banda larga? Trata-se da mais cara tributação de serviço no mundo, e que encontra equivalência apenas em bebidas alcoólicas e cigarros aqui no Brasil. E que tal utilizarmos os fundos setoriais? O Fust foi criado para que houvesse reinvestimento nos setores que o suportam e arrecada mais de R$ 1 Bilhão ao ano, mas que infelizmente tem sido utilizado para outros fins. Ao invés disso, preferem reviver a TeleFênix... :-(
Independentemente do apelo nacionalista barato, um dos argumentos apresentados é que a volta da Telebrás seria utilizada para o aumento da penetração da banda larga para a população como um todo, por meio de ofertas subsidiadas ou mesmo efeito regulador sobre as atuais operadoras de telecomunicações que operam no país.
A Coréia do Sul possui a maior penetração em banda larga do mundo, e esse fato é um dos alicerces de um sistema educacional que foi o responsável pela mudança cultural, política e social ocorrida neste país, que o transformou totalmente e fez com que alçasse vôo e ocupasse lugar entre as nações desenvolvidas e com economia vigorosa e estabilizada.
A penetração da banda larga na Coréia tem servido de inspiração aos defensores da volta da Telebrás, como sendo uma necessidade para o Brasil, através do aumento do acesso ao mundo da internet e das informações, também conseguir um desenvolvimento maior e mais rápido do que o apresentado nas últimas décadas.
Relacionar o aumento do desenvolvimento de um país ao acréscimo de lares com acesso a internet Banda Larga tudo bem. Utilizar a Coréia do Sul como modelo, tudo bem também, até porque o modelo educacional utilizado por este país foi totalmente embasado no modelo desenvolvido por um educador brasileiro, Paulo Freire, que não atraiu muita simpatia para suas teorias educacionais aqui no Brasil, por conta de suas idealizações políticas, mas que teve seu trabalho reconhecido pela Coréia do Sul, que em visita ao Brasil, deslumbrou-se pela sua teoria. O problema está, na minha opinião, em termos que conviver com a volta da Telebrás para garantir esse processo, isso já é demais!
Afora o risco de virar mais um pesado órgão governamental a ser sustentado por um já combalido orçamento, pergunto-me se não seria mais interessante ficarmos com as entidades que já temos nesse cenário, e criar condições sadias para que as necessidades nacionais fossem atendidas pela infra-estrutura existente no país, sem a necessidade de criação de outras empresas e órgãos governamentais.
Que tal reduzirmos a incidência tributária sobre a banda larga? Trata-se da mais cara tributação de serviço no mundo, e que encontra equivalência apenas em bebidas alcoólicas e cigarros aqui no Brasil. E que tal utilizarmos os fundos setoriais? O Fust foi criado para que houvesse reinvestimento nos setores que o suportam e arrecada mais de R$ 1 Bilhão ao ano, mas que infelizmente tem sido utilizado para outros fins. Ao invés disso, preferem reviver a TeleFênix... :-(