
Quem me conhece pessoalmente ou acompanha meus textos sabe de minhas convicções relativas ao que não é legal, como pirataria, contrabando e etc. Talvez eu seja uma das poucas pessoas que ainda adquire CDs e DVDs em lojas e sites especializados, pagando normalmente pelos mesmos e quando baixo músicas da Internet, o faço através do site http://www.esom.com.br/, pagando pelas músicas que adquiro.
Na semana passada me preparava para receber meu N95 da Nokia, um super aparelho, já preparado para terceira geração, com tecnologia Wi-Fi e preparado para navegação GPS (por satélite), pelo qual paguei mil e setecentos reais, quando um amigo me mostrou um Iphone recém comprado pelo mercado livre totalmente desbloqueado e com menus em português. O Iphone foi lançado primeiramente nos EUA e com a política de sempre estar disponível apenas em uma única operadora por país.
Essa foi a resposta do mercado a uma política da Apple totalmente contrária ao que estamos vivendo no mundo atualmente, onde tudo é disponível o tempo todo para quem quiser adquirir. Como então fazer o lançamento de um produto bloqueado para as demais operadoras, com uma política de exclusividade em todos os países? O que assistimos foi uma corrida intensa para que se conseguisse quebrar o código do iphone, e com o tempo foram quebrando um a um, cada um dos sistemas deste aparelho, e atualmente seu código esta na Internet, para que todos possam utilizá-lo.
Não estou aqui fazendo uma apologia a que saiamos adquirindo tudo que quisermos, sem pagar impostos, nem tampouco respeitando direitos autorias, mas também não dá para entender uma empresa mundial e globalizada como a Apple, que lança um produto com uma estratégia totalmente inconsistente com a era da informação e da conectividade que ora vivemos.
Atualmente qualquer ação de qualquer empresa é imediatamente notada, comentada e discutida imediatamente no mundo inteiro após a sua consecução, e quando na opinião do mercado essa ação é inadequada, começa uma reação em cadeia que tem o poder de atravessar o mundo em questão de horas. A pergunta que não quer calar é se a Apple, sabendo disso, aproveitou-se do fato para causar maior impacto no lançamento de seu produto, ou simplesmente ignorou o poder do mercado.
Na semana passada me preparava para receber meu N95 da Nokia, um super aparelho, já preparado para terceira geração, com tecnologia Wi-Fi e preparado para navegação GPS (por satélite), pelo qual paguei mil e setecentos reais, quando um amigo me mostrou um Iphone recém comprado pelo mercado livre totalmente desbloqueado e com menus em português. O Iphone foi lançado primeiramente nos EUA e com a política de sempre estar disponível apenas em uma única operadora por país.
Essa foi a resposta do mercado a uma política da Apple totalmente contrária ao que estamos vivendo no mundo atualmente, onde tudo é disponível o tempo todo para quem quiser adquirir. Como então fazer o lançamento de um produto bloqueado para as demais operadoras, com uma política de exclusividade em todos os países? O que assistimos foi uma corrida intensa para que se conseguisse quebrar o código do iphone, e com o tempo foram quebrando um a um, cada um dos sistemas deste aparelho, e atualmente seu código esta na Internet, para que todos possam utilizá-lo.
Não estou aqui fazendo uma apologia a que saiamos adquirindo tudo que quisermos, sem pagar impostos, nem tampouco respeitando direitos autorias, mas também não dá para entender uma empresa mundial e globalizada como a Apple, que lança um produto com uma estratégia totalmente inconsistente com a era da informação e da conectividade que ora vivemos.
Atualmente qualquer ação de qualquer empresa é imediatamente notada, comentada e discutida imediatamente no mundo inteiro após a sua consecução, e quando na opinião do mercado essa ação é inadequada, começa uma reação em cadeia que tem o poder de atravessar o mundo em questão de horas. A pergunta que não quer calar é se a Apple, sabendo disso, aproveitou-se do fato para causar maior impacto no lançamento de seu produto, ou simplesmente ignorou o poder do mercado.