
Todos sabemos a importância da simplicidade em nossas vidas, o que me surpreendeu foi deparar-me com essa máxima de que “a simplicidade é a sofisticação máxima” em uma exposição de Leonardo da Vinci. Essa frase veio provar que há quinhentos anos atrás já existiam mentes brilhantes preocupando-se em simplificar métodos, processos e tecnologia.
É inegável que a função maior da tecnologia seja simplificar nossas vidas, dando-nos mais tempo disponível, melhorando nossa qualidade de vida e tornando-nos mais eficientes. Também é inegável, no entanto, que o mau uso da tecnologia pode provocar exatamente efeito inverso. Diariamente somos obrigados a apagar e-mails que nos chegam sem que tenhamos enxergado nenhuma utilidade para os mesmos. Entrei em uma agência do Banco do Brasil, totalmente automatizada, da retirada da senha ao atendimento personalizado, e depois de ficar mais de uma hora esperando para ser atendido, recebi a informação que a operação que esperava fazer não era possível de ser feita na agência. Assistimos atônitos, um mau uso da tecnologia provocar a morte de duas centenas de vidas, no maior desastre aéreo que o Brasil já vivenciou, e na seqüência temos sido informado através de vários termos técnicos, que o acidente era inevitável.
Isso serve para nos mostrar que, apesar de ser o maior desejo de todos, nem sempre é fácil utilizar-se da tecnologia para simplificar nossas vidas, pelo contrário facilmente gastamos um tempo enorme em uma agência bancária totalmente automatizada (nesse caso a tecnologia foi utilizada para simplificar a vida do banco e não a nossa). E a tecnologia da informática, por vezes nos atrai tanto que corremos o risco de passamos mais tempo sobre o computador do que gastaríamos se fizéssemos determinadas atividades de forma manual. E no caso do caos aéreo que assola nosso País, é uma salada de erros, alguns inclusive de tecnologias ultrapassadas, outros de mau uso, outros de treinamento inadequado, para não citar os que fogem dessa esfera como a incompetência administrativa dos órgãos que atualmente estão a frente da aviação brasileira e controle dos aeroportos.
Pensando que o gênio mais brilhante que nossa era conheceu já estudava meios mais simples e seguros de automatizar tarefas, de voar de construir máquinas, fica-me a impressão de que, em alguns casos, estamos demorando muito a aprender.
É inegável que a função maior da tecnologia seja simplificar nossas vidas, dando-nos mais tempo disponível, melhorando nossa qualidade de vida e tornando-nos mais eficientes. Também é inegável, no entanto, que o mau uso da tecnologia pode provocar exatamente efeito inverso. Diariamente somos obrigados a apagar e-mails que nos chegam sem que tenhamos enxergado nenhuma utilidade para os mesmos. Entrei em uma agência do Banco do Brasil, totalmente automatizada, da retirada da senha ao atendimento personalizado, e depois de ficar mais de uma hora esperando para ser atendido, recebi a informação que a operação que esperava fazer não era possível de ser feita na agência. Assistimos atônitos, um mau uso da tecnologia provocar a morte de duas centenas de vidas, no maior desastre aéreo que o Brasil já vivenciou, e na seqüência temos sido informado através de vários termos técnicos, que o acidente era inevitável.
Isso serve para nos mostrar que, apesar de ser o maior desejo de todos, nem sempre é fácil utilizar-se da tecnologia para simplificar nossas vidas, pelo contrário facilmente gastamos um tempo enorme em uma agência bancária totalmente automatizada (nesse caso a tecnologia foi utilizada para simplificar a vida do banco e não a nossa). E a tecnologia da informática, por vezes nos atrai tanto que corremos o risco de passamos mais tempo sobre o computador do que gastaríamos se fizéssemos determinadas atividades de forma manual. E no caso do caos aéreo que assola nosso País, é uma salada de erros, alguns inclusive de tecnologias ultrapassadas, outros de mau uso, outros de treinamento inadequado, para não citar os que fogem dessa esfera como a incompetência administrativa dos órgãos que atualmente estão a frente da aviação brasileira e controle dos aeroportos.
Pensando que o gênio mais brilhante que nossa era conheceu já estudava meios mais simples e seguros de automatizar tarefas, de voar de construir máquinas, fica-me a impressão de que, em alguns casos, estamos demorando muito a aprender.