
O estudante russo Stepan Sopin de 12 anos, estava fadado a perder aulas por não poder comparecer normalmente à escola, em função do tratamento de leucemia que está seguindo. Foi ai que entrou em cena seu Robô, e através de uma câmera e tela instalados no Robô foi possível ao aluno assistir normalmente às aulas de sua casa, inclusive interagindo com colegas e com a professora através do computador de sua casa.
Este tipo de robô que já teve um custo proibitivo, atualmente está na casa dos US$ 3 mil, muito mais acessível portanto.
Trata-se de um exemplo extremo de tecnologia aplicada à educação, mas temos várias outras formas mais fáceis e mais simples de aplicarmos a tecnologia em prol do conhecimento de nossas crianças. Lembro-me das aulas de laboratório de biologia que tínhamos na época do ginásio, onde por limitação de equipamentos, fazíamos fila para podermos olhar por alguns instantes algumas células de cebola em um microscópio ótico. É apenas um exemplo, e certamente o acesso ao meu próprio microscópio ou minha própria célula de cebola, sozinhos não teriam me feito um profissional muito melhor do que sou hoje, mas enxergo possibilidades infinitas com as atuais tecnologias, de deixarmos a educação nas escolas muito mais interessante e rica.
Recentemente tivemos inclusive o exemplo do googleartprojects, onde o ditado “virtual nunca superará o real” perdeu o sentido, pois de forma virtual pudemos ter acesso a alguns detalhes de pinturas importantíssimas, que nunca seria possível de se observar a olho nu, principalmente na fila de um museu lotado.
Sempre fomos levados a acreditar que o tradicional nunca seria substituído pelo inovador, principalmente em termos de experiências e educação, pelo conservadorismo que existe nestes campos, mas o que temos visto é uma convivência pacífica e capaz de aprimorar a experiência, sempre que utilizarmos com inteligência as ferramentas tecnológicas que se encontram a nossa disposição. E a brincadeira ainda nem começou...
Este tipo de robô que já teve um custo proibitivo, atualmente está na casa dos US$ 3 mil, muito mais acessível portanto.
Trata-se de um exemplo extremo de tecnologia aplicada à educação, mas temos várias outras formas mais fáceis e mais simples de aplicarmos a tecnologia em prol do conhecimento de nossas crianças. Lembro-me das aulas de laboratório de biologia que tínhamos na época do ginásio, onde por limitação de equipamentos, fazíamos fila para podermos olhar por alguns instantes algumas células de cebola em um microscópio ótico. É apenas um exemplo, e certamente o acesso ao meu próprio microscópio ou minha própria célula de cebola, sozinhos não teriam me feito um profissional muito melhor do que sou hoje, mas enxergo possibilidades infinitas com as atuais tecnologias, de deixarmos a educação nas escolas muito mais interessante e rica.
Recentemente tivemos inclusive o exemplo do googleartprojects, onde o ditado “virtual nunca superará o real” perdeu o sentido, pois de forma virtual pudemos ter acesso a alguns detalhes de pinturas importantíssimas, que nunca seria possível de se observar a olho nu, principalmente na fila de um museu lotado.
Sempre fomos levados a acreditar que o tradicional nunca seria substituído pelo inovador, principalmente em termos de experiências e educação, pelo conservadorismo que existe nestes campos, mas o que temos visto é uma convivência pacífica e capaz de aprimorar a experiência, sempre que utilizarmos com inteligência as ferramentas tecnológicas que se encontram a nossa disposição. E a brincadeira ainda nem começou...