
Chegaram ao Brasil os primeiros LapTops do programa OLPC (One Lap Top per Child http://www.laptop.org/index.pt_BR.html), criado pelo Cientista da Computação Nicholas Negroponte. Enganaram-se os que diziam que não seria possível a entrega da promessa do LapTop de cem dólares, destinado ao nobre princípio da inclusão digital. Os equipamentos já se encontram em fase experimental com crianças, isso mesmo, com crianças, pois nada melhor para efetuar esses testes do que os próprios usuários para os quais ele foi desenvolvido. Chegaram nessa semana que antecede ao Natal, em torno de cem computadores portáteis, e foram distribuídos para universidades em todo o País, para a fase de testes, mas as primeiras impressões foram extremamente positivas. As máquinas se mostraram com bateria adequada ao uso escolar, a qualidade da tela impressionou pela definição apresentada, a velocidade de acesso aos aplicativos foi muito boa e o dispositivo para acesso à Internet sem fio funcionou perfeitamente.
Parece que estamos um pouquinho mais perto do sonho de diminuir a cruel exclusão que aflige aos países em desenvolvimento, em especial a exclusão causada pelo acesso quase inexistente das populações mais pobres aos recursos educacionais mais avançados.
Que esperamos de futuro, se a maioria de nossos jovens, somente têm acesso à educação básica escolar? Na grande maioria das vezes em escolas municipais ou estaduais, que apesar do esforço do corpo docente ali existente, normalmente não conta com recursos educacionais que possibilitem uma familiaridade maior de nossas crianças com aquelas ferramentas que poderiam acompanhá-las a vida toda, tornando seu processo de aprendizado mais fácil e eficaz.
Pois bem, com essa iniciativa do programa OLPC, esse futuro parece estar mais delineado, e começamos a ver uma luz no fim do túnel. Sabemos que, cada vez mais, as profissões criam maior dependência da eletrônica, apoiando-se fortemente nas ferramentas de interatividade e Internet, e ter a parte mais promissora de nossa sociedade, as crianças, alijadas desse processo nunca pareceu fazer sentido. Se conseguirmos dar sustentabilidade a esse programa no Brasil, através de um processo educacional eficiente, manutenção adequada das máquinas e principalmente oferecendo um conteúdo de qualidade, ninguém segurará os nossos profissionais do futuro.
Parece que estamos um pouquinho mais perto do sonho de diminuir a cruel exclusão que aflige aos países em desenvolvimento, em especial a exclusão causada pelo acesso quase inexistente das populações mais pobres aos recursos educacionais mais avançados.
Que esperamos de futuro, se a maioria de nossos jovens, somente têm acesso à educação básica escolar? Na grande maioria das vezes em escolas municipais ou estaduais, que apesar do esforço do corpo docente ali existente, normalmente não conta com recursos educacionais que possibilitem uma familiaridade maior de nossas crianças com aquelas ferramentas que poderiam acompanhá-las a vida toda, tornando seu processo de aprendizado mais fácil e eficaz.
Pois bem, com essa iniciativa do programa OLPC, esse futuro parece estar mais delineado, e começamos a ver uma luz no fim do túnel. Sabemos que, cada vez mais, as profissões criam maior dependência da eletrônica, apoiando-se fortemente nas ferramentas de interatividade e Internet, e ter a parte mais promissora de nossa sociedade, as crianças, alijadas desse processo nunca pareceu fazer sentido. Se conseguirmos dar sustentabilidade a esse programa no Brasil, através de um processo educacional eficiente, manutenção adequada das máquinas e principalmente oferecendo um conteúdo de qualidade, ninguém segurará os nossos profissionais do futuro.